Endrick relembra processo de adaptação ao futebol europeu e celebra volta por cima
- 07/06/2026
O amistoso contra o Egito marcou um momento especial para Endrick. O atacante saiu do banco e precisou de apenas sete minutos em campo para balançar as redes e garantir a vitória do Brasil por 2 a 1. O gol encerrou um longo período sem marcar pela Seleção Brasileira.
A última vez que o jovem atacante havia feito um gol com a camisa verde e amarela foi em agosto de 2024, diante do México. Desde então, Endrick acumulou 11 partidas sem marcar e enfrentou desafios no futebol europeu e pela busca por mais espaço.
Após a partida, o atacante relembrou a decisão de atuar por empréstimo no Lyon depois de encontrar poucas oportunidades no Real Madrid: “Infelizmente não tive tempo no Real, e Deus me guiou para o caminho mais certo que eu tive na minha carreira de ter ido para o Lyon. Poder ter jogado e mostrado meu futebol foi muito importante”, afirmou.
Atacante evita falar sobre titularidade
Eleito o melhor jogador da partida, Endrick preferiu não entrar na discussão sobre quem deve começar entre os titulares na Copa do Mundo. O atacante destacou a força coletiva do grupo e demonstrou confiança nas escolhas que serão feitas por Carlo Ancelotti.
“Eu fico muito agradecido pelo gol. Acho que Deus vai colocar bem o time titular na cabeça do Carlo. Os 26 jogadores estão disputando e correndo para ajudar o Brasil. Quem o Mister colocar em campo vai ajudar a Seleção”, declarou o jogador.
O retorno ao protagonismo acontece após um período complicado. No fim da temporada 2024/25, Endrick sofreu uma lesão que o deixou cerca de cinco meses afastado dos gramados. Além de perder espaço em seu clube, ele também ficou fora das convocações da Seleção até março deste ano.
Sonho de disputar a Copa do Mundo
Ao comentar o gol marcado diante dos egípcios, o atacante não escondeu a emoção. Endrick destacou a felicidade por voltar a vestir a camisa da Seleção depois de um período afastado e classificou a experiência como algo especial em sua carreira.
“Sensação maravilhosa. Quando eu estive machucado, não podia vir para a Seleção e isso é a pior coisa para um jogador brasileiro. Aqui é onde eu quero estar”, afirmou.










































